Prefeituras paulistas poderão prorrogar vacinação contra a poliomielite

Compartilhe nas redes sociais:
Facebook
WhatsApp
Email
Twitter
Continua após a publicidade
A campanha, que teve início em 15 de agosto, previa imunizar
2,3 milhões de crianças em todo o estado. Até a última quinta-feira (27), 1,4
milhão de doses foram aplicadas nas cidades paulistas.
Nos municípios em que a campanha continuar, pais de crianças
entre seis meses e cinco anos incompletos devem levar seus filhos para receber
as duas gotas da vacina Sabin em uma das 4,3 mil salas de vacina disponíveis.
Além da dose contra a paralisia infantil, os pequenos podem
ainda receber eventuais vacinas em atraso do calendário da rede pública.
São Paulo não registra nenhum caso de poliomielite há 27
anos. No entanto, o poliovírus selvagem ainda circula nos continentes africano
e asiático, principalmente no Afeganistão e no Paquistão. Até julho deste ano,
34 casos de paralisia infantil foram registrados nesses dois países.
A doença infectocontagiosa viral aguda é caracterizada por
um quadro de paralisia flácida, de início súbito. O déficit motor instala-se
subitamente e sua evolução não ultrapassa três dias.
Geralmente, a pólio, como é popularmente conhecida, atinge
membros inferiores, de forma assimétrica, tendo como principal característica a
flacidez muscular, com sensibilidade conservada e arreflexia no segmento
atingido.

Do Portal do Governo do Estado
Notícias Relacionadas:
Rolar para cima

Descubra mais sobre Sorriso News

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continue reading