Recuperação
da principal fonte de abastecimento de água da cidade custou pouco mais de R$
400 mil; prefeito fará acionamento simbólico na quarta-feira (4).
da principal fonte de abastecimento de água da cidade custou pouco mais de R$
400 mil; prefeito fará acionamento simbólico na quarta-feira (4).
Por Ediwilson
dos Santos
dos Santos
Depois de
quatro anos, o poço profundo voltou a jorrar água nessa semana. Um teste da
reativação foi feito por funcionários da Estação de Tratamento de Água (ETA) na
terça-feira (27). E deu tudo certo. Na próxima quarta-feira (4), o prefeito
Tarek Dargham acionará o bombeamento do poço artesiano, em uma solenidade breve,
marcando a recuperação da principal fonte de água potável da cidade.
quatro anos, o poço profundo voltou a jorrar água nessa semana. Um teste da
reativação foi feito por funcionários da Estação de Tratamento de Água (ETA) na
terça-feira (27). E deu tudo certo. Na próxima quarta-feira (4), o prefeito
Tarek Dargham acionará o bombeamento do poço artesiano, em uma solenidade breve,
marcando a recuperação da principal fonte de água potável da cidade.
A reativação
do poço foi possível, depois de uma série de serviços que a Prefeitura de Guararapes
desenvolveu desde janeiro, iniciada após um estudo hidrogeológico para avaliar
os procedimentos mais práticos e imediatos para a recuperação.
do poço foi possível, depois de uma série de serviços que a Prefeitura de Guararapes
desenvolveu desde janeiro, iniciada após um estudo hidrogeológico para avaliar
os procedimentos mais práticos e imediatos para a recuperação.
Entre os
serviços realizados, os mais importantes foram a instalação de um potente equipamento
para bombear a água a altas profundidades (o poço possui 1.330 metros de profundidade)
e o recondicionamento da torre de resfriamento, tratamento necessário porque a
água sai do poço a cerca de 50 graus de caloria.
serviços realizados, os mais importantes foram a instalação de um potente equipamento
para bombear a água a altas profundidades (o poço possui 1.330 metros de profundidade)
e o recondicionamento da torre de resfriamento, tratamento necessário porque a
água sai do poço a cerca de 50 graus de caloria.
Ao final das
contas, a recuperação custou à Prefeitura Municipal pouco mais de R$ 400 mil. O
poço artesiano foi colocado em operação em 1992 e permaneceu ativo por 23 anos.
Em 2015, a sua capacidade jorrante foi interrompida por falta de manutenção e
devido ao custo previsto à época para a sua reativação – de R$ 1 milhão –
permaneceu inativo.
contas, a recuperação custou à Prefeitura Municipal pouco mais de R$ 400 mil. O
poço artesiano foi colocado em operação em 1992 e permaneceu ativo por 23 anos.
Em 2015, a sua capacidade jorrante foi interrompida por falta de manutenção e
devido ao custo previsto à época para a sua reativação – de R$ 1 milhão –
permaneceu inativo.
O
fornecimento de água potável à população permaneceu nesses quatro anos dependente
da represa municipal, que capta água do córrego Frutal e é suscetível às oscilações
climáticas. E foi por temer uma estiagem, como a de 2015-16, que o prefeito guararapense
procurou envidar seus esforços para reativar o poço profundo.
fornecimento de água potável à população permaneceu nesses quatro anos dependente
da represa municipal, que capta água do córrego Frutal e é suscetível às oscilações
climáticas. E foi por temer uma estiagem, como a de 2015-16, que o prefeito guararapense
procurou envidar seus esforços para reativar o poço profundo.
Além de
garantir o abastecimento mesmo em longos períodos sem chuvas, a água do poço
artesiano vem do Aquífero Guarani, maior reservatório natural de água doce do mundo.
garantir o abastecimento mesmo em longos períodos sem chuvas, a água do poço
artesiano vem do Aquífero Guarani, maior reservatório natural de água doce do mundo.
“Não se
compara a pureza da água de um lençol freático com aquela que é captada dos
cursos d’água superficiais”, comentou a diretora de Engenharia e Saneamento
Básico da Prefeitura, Luciane Antoniolli Morais, lembrando que enquanto a
primeira vem pronta para o consumo humano, a segunda requer tratamento químico
para eliminar impurezas.
compara a pureza da água de um lençol freático com aquela que é captada dos
cursos d’água superficiais”, comentou a diretora de Engenharia e Saneamento
Básico da Prefeitura, Luciane Antoniolli Morais, lembrando que enquanto a
primeira vem pronta para o consumo humano, a segunda requer tratamento químico
para eliminar impurezas.



















