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| O garçom Guilherme Tawan dos Santos salvou três pessoas que se afogavam em Mongaguá, SP — Foto: Arquivo Pessoal |
O jovem
Guilherme Tawan dos Santos, de 18 anos, se preparava para assumir o expediente
quando ouviu o grito de socorro de familiares das vítimas.
Guilherme Tawan dos Santos, de 18 anos, se preparava para assumir o expediente
quando ouviu o grito de socorro de familiares das vítimas.
Por Gabriel
Gatto, G1 Santos
Gatto, G1 Santos
10/02/2020
05h16 Atualizado há 3 dias
05h16 Atualizado há 3 dias
O
funcionário de um quiosque salvou três pessoas da mesma família que se afogavam
no mar em Mongaguá, no litoral de São Paulo. Ao G1, nesta segunda-feira (10), o
garçom Guilherme Tawan dos Santos, de 18 anos, conta que se preparava para
assumir o expediente quando ouviu os gritos de familiares pedindo por socorro.
funcionário de um quiosque salvou três pessoas da mesma família que se afogavam
no mar em Mongaguá, no litoral de São Paulo. Ao G1, nesta segunda-feira (10), o
garçom Guilherme Tawan dos Santos, de 18 anos, conta que se preparava para
assumir o expediente quando ouviu os gritos de familiares pedindo por socorro.
De acordo
com Guilherme, o caso aconteceu no domingo (9), na praia do bairro Vera Cruz. O
jovem explica que havia acabado de chegar no quiosque onde trabalha quando se
deparou com os gritos de uma família. “Vi meu amigo correndo em direção à
água e não pensei duas vezes”.
com Guilherme, o caso aconteceu no domingo (9), na praia do bairro Vera Cruz. O
jovem explica que havia acabado de chegar no quiosque onde trabalha quando se
deparou com os gritos de uma família. “Vi meu amigo correndo em direção à
água e não pensei duas vezes”.
Ao chegar na
beira do mar, ele notou que três pessoas se afogavam ao mesmo tempo, a uma
distância de aproximadamente 30 metros da faixa de areia. Quando percebeu que
seu amigo não conseguiria chegar até às vítimas, assumiu o trabalho de tirar o
trio do mar. “Apenas pedi para Deus que me desse fôlego e entrei na
água”.
beira do mar, ele notou que três pessoas se afogavam ao mesmo tempo, a uma
distância de aproximadamente 30 metros da faixa de areia. Quando percebeu que
seu amigo não conseguiria chegar até às vítimas, assumiu o trabalho de tirar o
trio do mar. “Apenas pedi para Deus que me desse fôlego e entrei na
água”.
Guilherme
então nadou até cada uma das vítimas que se afogavam e, com a ajuda do colega
que aguardava na parte rasa da praia, retirou as três pessoas da água.
“Deixei a segunda pessoa com meu amigo e já me senti mais fraco, perdendo
o fôlego. Respirei fundo e nadei para resgatar a terceira”.
então nadou até cada uma das vítimas que se afogavam e, com a ajuda do colega
que aguardava na parte rasa da praia, retirou as três pessoas da água.
“Deixei a segunda pessoa com meu amigo e já me senti mais fraco, perdendo
o fôlego. Respirei fundo e nadei para resgatar a terceira”.
“Quando
voltei para a praia com a terceira pessoa, os guarda-vidas chegaram e ajudaram
a tirar ela da água com meu amigo. Nessa hora, só deitei na areia, sem fôlego e
com muita dor, mas agradecendo muito por ter conseguido salvar essas
pessoas”, afirma o jovem.
voltei para a praia com a terceira pessoa, os guarda-vidas chegaram e ajudaram
a tirar ela da água com meu amigo. Nessa hora, só deitei na areia, sem fôlego e
com muita dor, mas agradecendo muito por ter conseguido salvar essas
pessoas”, afirma o jovem.
Ainda de
acordo com Guilherme, um dos familiares das vítimas o agradeceu após salvar os
banhistas que se afogavam, um homem, uma adolescente e uma criança. “Uma
das mulheres que gritou por ajuda me abraçou e agradeceu, mas estava sem forças
e acabei não conversando com eles, só vi que os três choravam muito”.
acordo com Guilherme, um dos familiares das vítimas o agradeceu após salvar os
banhistas que se afogavam, um homem, uma adolescente e uma criança. “Uma
das mulheres que gritou por ajuda me abraçou e agradeceu, mas estava sem forças
e acabei não conversando com eles, só vi que os três choravam muito”.
“A
praia estava quase vazia e os bombeiros só chegaram depois. Não sei o que teria
acontecido se a gente não estivesse lá. Também agradeço por Deus ter me deixado
salvar essas pessoas. Na próxima temporada, vou fazer o curso de guarda-vidas
para poder ajudar outras pessoas”, finaliza.
praia estava quase vazia e os bombeiros só chegaram depois. Não sei o que teria
acontecido se a gente não estivesse lá. Também agradeço por Deus ter me deixado
salvar essas pessoas. Na próxima temporada, vou fazer o curso de guarda-vidas
para poder ajudar outras pessoas”, finaliza.
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Caso aconteceu na praia do bairro Vera Cruz, em Mongaguá — Foto: Raul Izar/Prefeitura de Mongaguá
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