Corrreio 24horas e G1
O fundador e
ex-principal acionista da rede varejista Ricardo Eletro, Ricardo Nunes, foi
preso em uma operação contra sonegação fiscal em Minas Gerais. A ação é fruto
de uma força-tarefa composta pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e
pela Receita Estadual, e foi deflagrada nesta quarta-feira (8).
ex-principal acionista da rede varejista Ricardo Eletro, Ricardo Nunes, foi
preso em uma operação contra sonegação fiscal em Minas Gerais. A ação é fruto
de uma força-tarefa composta pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e
pela Receita Estadual, e foi deflagrada nesta quarta-feira (8).
A filha de
Ricardo, Laura Nunes, e o irmão dele, Rodrigo Nunes, também foram presos.
Segundo informações do G1, outros dois empresários do ramo de eletrodomésticos
e eletroeletrônicos são alvos da operação que recebeu o nome de “Direto
com o Dono”. De acordo com as investigações, aproximadamente R$ 400
milhões em impostos foram sonegados ao longo de cinco anos.
Ricardo, Laura Nunes, e o irmão dele, Rodrigo Nunes, também foram presos.
Segundo informações do G1, outros dois empresários do ramo de eletrodomésticos
e eletroeletrônicos são alvos da operação que recebeu o nome de “Direto
com o Dono”. De acordo com as investigações, aproximadamente R$ 400
milhões em impostos foram sonegados ao longo de cinco anos.
Ricardo
Nunes teve determinado pela Justiça o sequestro de bens e imóveis registrados
em nome de suas filhas, mãe e um irmão avaliados em cerca de R$ 60 milhões. Há
indícios de que o o patrimônio particular do empresário só crescreu justamente
no período da sonegação dos impostos, caracterizando lavagem de dinheiro.
Nunes teve determinado pela Justiça o sequestro de bens e imóveis registrados
em nome de suas filhas, mãe e um irmão avaliados em cerca de R$ 60 milhões. Há
indícios de que o o patrimônio particular do empresário só crescreu justamente
no período da sonegação dos impostos, caracterizando lavagem de dinheiro.
Segundo as
investigações, as empresas da rede de varejo cobravam dos consumidores,
embutido no preço dos produtos, o valor correspondente aos impostos, mas não
faziam o repasse à união.
investigações, as empresas da rede de varejo cobravam dos consumidores,
embutido no preço dos produtos, o valor correspondente aos impostos, mas não
faziam o repasse à união.
“A
empresa já vem omitindo recolhimento de ICMS há quase uma década. Fiscalizamos
há muito tempo, e a partir da decisão do STF de novembro de 2019, onde
apropriação indébita é crime, iniciamos a operação. A empresa declara o débito
que deve, mas não faz os pagamentos. Faz os parcelamentos, mas não
cumpria”, disse Antônio de Castro Vaz, superintendente regional da
Fazenda. Há também a suspeita de ocultação de bens por parte dos empresários.
empresa já vem omitindo recolhimento de ICMS há quase uma década. Fiscalizamos
há muito tempo, e a partir da decisão do STF de novembro de 2019, onde
apropriação indébita é crime, iniciamos a operação. A empresa declara o débito
que deve, mas não faz os pagamentos. Faz os parcelamentos, mas não
cumpria”, disse Antônio de Castro Vaz, superintendente regional da
Fazenda. Há também a suspeita de ocultação de bens por parte dos empresários.
Ao todo,
estão sendo cumpridos três mandados de prisão e 14 de busca e apreensão, em
Minas Gerais, nas cidades de Belo Horizonte, Contagem e Nova Lima; e em São
Paulo, na capital e em Santo André.
estão sendo cumpridos três mandados de prisão e 14 de busca e apreensão, em
Minas Gerais, nas cidades de Belo Horizonte, Contagem e Nova Lima; e em São
Paulo, na capital e em Santo André.














