A Vigilância
Sanitária de Guararapes, em parceria com a Superintendência de Controle de
Endemias (Sucen), iniciou na segunda-feira, 20, e vai até o dia 31 de julho, a
poda de todas as palmeiras do município, com o objetivo de retirar o material
que a própria palmeira imperial produz durante o ano, o qual serve de abrigo
para o bicho-barbeiro, transmissor da doença de chagas.
Sanitária de Guararapes, em parceria com a Superintendência de Controle de
Endemias (Sucen), iniciou na segunda-feira, 20, e vai até o dia 31 de julho, a
poda de todas as palmeiras do município, com o objetivo de retirar o material
que a própria palmeira imperial produz durante o ano, o qual serve de abrigo
para o bicho-barbeiro, transmissor da doença de chagas.
As palmeiras
são o habitat natural do inseto, pois ele se alimenta do sangue das maritacas
que se abrigam no topo das árvores criando colônias. Portanto, as folhas das
palmeiras são cortadas, é aplicado um inseticida no corte da palmeira evitando
que o inseto migre para as residências. Posteriormente, os insetos encontrados
são separados e encaminhados para laboratório da Sucen, onde é feita a análise
para saber se o inseto está ou não contaminado.
são o habitat natural do inseto, pois ele se alimenta do sangue das maritacas
que se abrigam no topo das árvores criando colônias. Portanto, as folhas das
palmeiras são cortadas, é aplicado um inseticida no corte da palmeira evitando
que o inseto migre para as residências. Posteriormente, os insetos encontrados
são separados e encaminhados para laboratório da Sucen, onde é feita a análise
para saber se o inseto está ou não contaminado.
A ação está
sendo feita na Praça Mohamad Dargham e terá continuação na Praça Nossa Senhora
da Conceição, no Centro de Lazer, nas avenidas dos Bairros: Copacabana, Eurides
Amaral, Princesa Isabel, Raquel Caldas e Gaudêncio José Pereira.
sendo feita na Praça Mohamad Dargham e terá continuação na Praça Nossa Senhora
da Conceição, no Centro de Lazer, nas avenidas dos Bairros: Copacabana, Eurides
Amaral, Princesa Isabel, Raquel Caldas e Gaudêncio José Pereira.
Além disso,
as equipes de endemias estão percorrendo em um raio de 300 metros, onde estão
sendo realizados os trabalhos, para orientar e distribuir panfletos educativos
sobre o bicho-barbeiro.
as equipes de endemias estão percorrendo em um raio de 300 metros, onde estão
sendo realizados os trabalhos, para orientar e distribuir panfletos educativos
sobre o bicho-barbeiro.
A educadora
em saúde da Vigilância Sanitária, Elaine Lagrotti, orienta que se algum morador
encontrar um bicho-barbeiro dentro de casa deve recolhê-lo e entregá-lo à
Vigilância Sanitária. “Nós aconselhamos
que o morador use luvas de proteção ou saco plástico sem furo e coloque o
inseto em um recipiente vedado, encaminhado o mais rápido possível à
Vigilância”, explica Elaine.
em saúde da Vigilância Sanitária, Elaine Lagrotti, orienta que se algum morador
encontrar um bicho-barbeiro dentro de casa deve recolhê-lo e entregá-lo à
Vigilância Sanitária. “Nós aconselhamos
que o morador use luvas de proteção ou saco plástico sem furo e coloque o
inseto em um recipiente vedado, encaminhado o mais rápido possível à
Vigilância”, explica Elaine.
Doenças de chagas
É uma doença
infecciosa que pode evoluir para uma fase crônica da doença com comprometimento
cardíaco ou digestivo.
infecciosa que pode evoluir para uma fase crônica da doença com comprometimento
cardíaco ou digestivo.
Os primeiros
sinais surgem, em média, 10 dias após o contágio com o bicho-barbeiro, levando
ao aparecimento de febre, mal estar, falta de apetite e inchaço localizado.
Após um período médio de seis meses, vários órgãos do corpo (fígado, coração,
baço, esôfago e intestino) podem ficar comprometidos levando a sérios
problemas.
sinais surgem, em média, 10 dias após o contágio com o bicho-barbeiro, levando
ao aparecimento de febre, mal estar, falta de apetite e inchaço localizado.
Após um período médio de seis meses, vários órgãos do corpo (fígado, coração,
baço, esôfago e intestino) podem ficar comprometidos levando a sérios
problemas.
Em,
Guararapes há muito tempo não se tem registro de casos da doença.
Guararapes há muito tempo não se tem registro de casos da doença.
Assessoria
de Comunicação da Prefeitura de Guararapes
de Comunicação da Prefeitura de Guararapes














