Por Josiane Lorensetti
Compareceram
no último final de semana na delegacia de Guararapes os policiais militares,
Locatelli e Correia apresentando as partes informando que foram acionados via
COPOM a comparecer na Rua Antônio Sebastião Bonfietti, Jardim Pioneiro na
residência da vítima, onde a autora e vítimas estavam no local.
A vítima
G.J.S.E., 16 anos que informou que sua mãe T.C.S., (35 anos) estava muito alterada
e o agrediu enforcando-o com a corrente que ele portava em seu pescoço. Relatou
ainda que a autora T.C.S. gritava que iria matá-lo, momento em que seu avô
J.A.S., (57 anos) conseguiu retirar a agressora e coloca-lá para fora da residência. Na ocasião o filho
relatou que teme que sua mãe venha mata-lo.
Em contato
com a vítima O.A.S.(58 anos) esta declarou
que é mãe da agressora onde pela
residência houve um desentendimento familiar, sendo que sua filha tentou
enforcar seu neto G.J.S.E. e seu esposo J.A.S. conseguiu retirar T.C.S. de cima
do adolescente.
Na presença
dos policiais militares, a agressora declarou se não fosse presa, assim que os
policiais saíssem, ela iria pular o muro e “acertar as contas com todos da
família”.
Diante dos
fatos relatados mãe e filho foram encaminhados para Santa casa de Guararapes
onde foram atendidos e liberados. Durante o atendimento o médico constatou que
o adolescente G.J.S.E. apresentava escoriações e lesões na pele e ao redor do
pescoço. A agressora T.C.S. não constatou lesões. Logo após, as partes foram
encaminhadas para a delegacia de polícia de Guararapes para registro da
ocorrência.
Foi deliberado
pela autoridade policial Dr Rodolfo Freitas Silva, conforme representação das
vítimas pelos crimes de ameaça e lesão corporal leve, crimes estes realizados
em concurso material pela prisão em flagrante delito. Levando-se em conta que a
soma das penas não ficou superior a quatro anos, foi arbitrada fiança no valor
de R$ 1000 que não foi paga pela autora que em consequência foi colocada à
disposição da justiça.
Em relação
ao crime de lesão corporal leve que teve como vítima G.J.S.E., a sua avó ficou como
guardiã e optou por representar criminalmente contra as agressões.
Representaram também pelo crime de ameaça T.F.S. e O.A.S..















