Na última
quinta-feira (15), um homem de 32 anos foi preso em flagrante após ameaçar a
vida de sua companheira e resistir à prisão realizada por Policiais Civis.
Na véspera
do feriado de “Sexta-Feira Santa”, uma mulher compareceu à Delegacia de Polícia
para depor em um procedimento criminal em que ela era vítima de violência
doméstica.
A Escrivã de
Polícia que a ouviu percebeu uma roxidão em seu olho que poderia ser resultado
de novas agressões físicas de seu companheiro.
A Policial
questionou o ferimento e a vítima negou ter sido violentada, entretanto
notou-se um comportamento típico de pessoas coagidas na linguagem corporal e
física da mulher.
A Servidora
imediatamente avisou o Delegado de Polícia que acionou o S.I (Setor de
Investigações) para juntos proporcionarem segurança à Vítima.
Então,
questionou-se se o agressor estava aguardando ela na delegacia e se a razão
dele estar ali era para coibi-la de dizer a verdade e, dessa vez, ela confirmou
a coerção do companheiro para os Agentes Públicos.
Ato
contínuo, a Equipe de Investigação interrogou o suposto agressor, mas ele negou
a narrativa da mãe de seus filhos.
Diante da
falta de provas (Apenas a palavra de um contra o outro), a Autoridade Policial
requisitou que os Policiais Civis escoltassem a mulher com seus filhos à
residência de sua genitora e orientou o suposto agressor quanto as eventuais
responsabilidades legais de seus atos.
Ocorre que,
cerca de 30 minutos após o S.I deixar a vítima em uma residência segura, um dos
Agentes Policiais recebeu uma ligação de socorro de um morador daquela
residência.
O morador
disse que a família estava trancada no interior do imóvel em função do
Companheiro da vítima ter ido lá ameaçá-la de morte e dito que iria buscar uma
faca na residência do casal para esfaqueá-la.
Os Policiais
imediatamente realizaram o trajeto que o agressor faria e encontram-no
caminhando em direção ao local que ele estaria buscando a arma branca.
Foi
realizada a abordagem policial, localizado porções de craque e dado voz de
prisão em flagrante por ameaça, mas o Homem resistiu à prisão e foi preciso o
uso progressivo da força para imobilizá-lo.
Em seguida,
os Policiais conduziram o Indivíduo para Delegacia de Polícia e a Autoridade
Policial formalizou o Flagrante.
Posteriormente,
em Audiência de Custódia o Juiz entendeu que o detento tinha requisitos para
responder pelo processo preso.















