Na noite
deste sábado (10), um homem identificado como Welliner Carlos Alves, 46 anos
morreu após ser baleado durante um churrasco na casa de sua namorada, no Bairro
Aguas Claras em Araçatuba, a informação é do Portal de Notícias Regional Press.
A Polícia
foi acionada na noite de sábado, pois recebeu a informação que uma pessoa teria
sido baleada. Ao chegar no local o autor já tinha fugido em uma motocicleta
juntamente com outra pessoa. A vítima após ser baleada, pulou o muro e veio a
óbito no quintal vizinho.
O crime
ocorreu logo após a namorada de Alves sair para comprar refrigerante em um bar
próximo ao local dos fatos, pois ocorria um churrasco naquele momento, entre o casal e os filhos da
mulher com o seu ex-companheiro, quando em um determinado momento ela ouviu
barulho de tiros.
Ao voltar
para residência ela não encontrou o seu namorado e seus filhos estavam escondidos
dentro do banheiro. Com a chegada da PM, ala alegou aos policiais que seus filhos
teriam dito que seu pai adentrou à residência e disparou contra a vítima e logo
em seguida fugiu em uma moto com outro indivíduo.
Um dos
policiais disse que conversou com as crianças na presença da mãe e as mesmas
disseram que seu pai teria chegado na garupa de uma moto e efetuado os disparos
contra a vítima, que tentou fugir pulando um muro vizinho mas, devido a
gravidade dos ferimentos veio a óbito.
A mulher
disse que já havia registrado Boletim de Ocorrência contra seu ex-marido por
ameaça de morte e que tinha uma medida protetiva a seu favor. A Polícia foi até
a casa do suspeito em outro bairro e ao chama-lo, o mesmo saiu tranquilamente
do imóvel negando as acusações de homicídio.
A Casa onde
o acusado estava foi vistoriada e não foi encontrada nem uma arma de fogo ou
algo que o incriminasse. Contudo, o suspeito foi levado ao Plantão Policial
para ser apresentado a autoridade maior, onde continuou negando as acusações de
homicídio, a mulher disse que o crime foi por conta de ciúmes que o ex tinha
dela.
As crianças
foram levadas à delegacia e na presença do delegado elas não confirmaram a
autoria do crime pelo seu pai, pois disseram que o autor do crime estava de
capacete e não dava para reconhecê-lo. O delegado requisitou o exame
residuográfico no intuito de encontrar resquícios de pólvora na mão do suspeito, solicitou a perícia
que veio até o local.
Mesmo com
diligências tomadas necessariamente, não houve convicção jurídica necessária
respaldada em indícios suficientes de autoria, tendo como o único indício, a palavra
da mulher, que, no momento do ocorrido estava em um estabelecimento realizando
compra de refrigerantes, segundo ela.
A Polícia
Civil segue investigando o caso e aguarda os resultados dos exames. Com
informações do Regional Press. Por
Arnaldo Alves – Guararapes Sorris News














