| Foto: Agência Brasil |
Fonte: https://noticias.r7.com/
Nesta
quarta-feira (29), a OMS (Organização Mundial da Saúde) alertou o Brasil sobre
uma nova onda de casos de Covid-19 no país. O diretor de operações da entidade,
Mike Ryan, destacou a situação que a Europa e os EUA enfrentam com a chegada da
variante Ômicron do novo coronavírus.
“Provavelmente
vamos continuar a ter ondas de transmissão em todo o mundo, e a América do Sul
e o Brasil não são exceções”, disse Ryan.
Mike afirmou
que o país teve duas grandes ondas de Covid-19 por um longo período, situação
que sobrecarregou o sistema de saúde e fez hospitais ficarem lotados. Ele
ressaltou a importância da vacinação para estabilizar a situação.
O diretor da
entidade também cobrou das autoridades locais, estaduais e federais um trabalho
conjunto de preparação para uma nova onda de casos.
“Todos os
países enfrentaram esses momentos [de hospitais lotados] nesta pandemia. […]
É realmente necessário que haja trabalho conjunto das autoridades estaduais e
federais, engajamento das comunidades e divulgação da eficácia das vacinas”,
explica Ryan.
O
diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, declarou que o rápido avanço
da Ômicron deve ser combatido com vacinas e políticas públicas de saúde.
“A Ômicron
está se movendo rapidamente. Não só a vacinação, mas também as medidas de saúde
pública são necessárias para conter a onda de infecção, proteger os
profissionais e o sistema de saúde, abrir as sociedades e manter as crianças na
escola.”
Tedros
comparou a circulação mútua da Ômicron e da Delta a um tsunâmi. “Estou
extremamente preocupado com a possibilidade de que a Ômicron, sendo mais
transmissível e circulando ao mesmo tempo que a Delta, esteja causando um
‘tsunâmi’ de casos.”
Na
segunda-feira (27), o mundo ultrapassou pela primeira vez a marca de 1 milhão
de casos diários identificados. O aumento foi capitaneado pelos Estados Unidos,
Reino Unido e Espanha.













