O
guararapense Alisson Gonçalves Dias, 16 anos, recebeu o transplante de Medula
Óssea no último dia 18 de dezembro, no hospital em São José do Rio Preto. Ele descobriu
a doença em fevereiro de 2019, após passar mal, com febre e fraqueza pelo corpo
guararapense Alisson Gonçalves Dias, 16 anos, recebeu o transplante de Medula
Óssea no último dia 18 de dezembro, no hospital em São José do Rio Preto. Ele descobriu
a doença em fevereiro de 2019, após passar mal, com febre e fraqueza pelo corpo
Na época, jovem
foi internado na Santa casa de Araçatuba e desde então vinha fazendo tratamento
com quimioterapia, mas, infelizmente a doença não entrou em remissão, conforme
informou uma tia do rapaz. A partir daí, foi indiciado o transplante de medula óssea.
foi internado na Santa casa de Araçatuba e desde então vinha fazendo tratamento
com quimioterapia, mas, infelizmente a doença não entrou em remissão, conforme
informou uma tia do rapaz. A partir daí, foi indiciado o transplante de medula óssea.
Foram feitos
vários exames de compatibilidade com seus pais e irmãos porem, nenhum teve 100%
compatível, somente os 50% do parente. Foi então que começou a procura no
Redome (Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea), por um doador 100%
compatível, também sem sucesso.
vários exames de compatibilidade com seus pais e irmãos porem, nenhum teve 100%
compatível, somente os 50% do parente. Foi então que começou a procura no
Redome (Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea), por um doador 100%
compatível, também sem sucesso.
Como o tempo
se tornava curto e demorava muito para encontrar um doador compatível, os
profissionais resolveram então fazer o chamado transplante haploidênticos, que
é o transplante do parente, os 50% compatível.
se tornava curto e demorava muito para encontrar um doador compatível, os
profissionais resolveram então fazer o chamado transplante haploidênticos, que
é o transplante do parente, os 50% compatível.
A princípio,
pelos exames, a Oncologista achou que a doadora seria sua mãe, porém, já na
primeira consulta no Hospital de Base de São José do Rio Preto foi informado
que seria seu irmão o doador (Wellington Gonçalves Dias 17 anos).
pelos exames, a Oncologista achou que a doadora seria sua mãe, porém, já na
primeira consulta no Hospital de Base de São José do Rio Preto foi informado
que seria seu irmão o doador (Wellington Gonçalves Dias 17 anos).
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| Wellington Gonçalves Dias 17 anos/doador da medula óssea |
O procedimento para coleta da medula durou em torno de 07 horas no dia 17 e três horas
para realização do transplante que ocorreu no dia 18. Conforme a família, a
equipe médica informou que pode levar até 28 dias para que a medula comece a pegar.
O jovem
passa bem, sentiu um pouco de febre, mas, segundo os médicos, isso é normal após
um transplante, por causa da baixa imunidade que se encontra o paciente. Alisson
deve ficar pelo menos uns três meses em Rio Preto, próximo ao hospital, por precaução.
passa bem, sentiu um pouco de febre, mas, segundo os médicos, isso é normal após
um transplante, por causa da baixa imunidade que se encontra o paciente. Alisson
deve ficar pelo menos uns três meses em Rio Preto, próximo ao hospital, por precaução.
A família do jovem aguarda com muita ansiedade a
sua volta para casa e curado, também pede a todos que orem pela recuperação
dele. Por Guararapes Sorriso News
sua volta para casa e curado, também pede a todos que orem pela recuperação
dele. Por Guararapes Sorriso News















