
Por Josiane Lorensetti
Uma família de Guararapes vive um momento de indignação e tristeza após constatar que o túmulo de dois de seus entes queridos foi alvo de vandalismo no cemitério municipal. O local abriga o corpo de um jovem assassinado no ano passado na Avenida Walter Pagliari e de seu avô, sepultados juntos.
Na última visita, os familiares encontraram vasos destruídos e flores danificadas, cena que aumentou ainda mais a dor da perda. Segundo eles, o sentimento é de inconformismo diante da falta de respeito à memória dos falecidos. O caso já foi registrado junto às autoridades locais, que deverão investigar a ocorrência.
O episódio reforça a necessidade de maior segurança e fiscalização nos cemitérios, evitando que práticas criminosas como essa voltem a acontecer. Para a família, trata-se de um ato que além de violar a memória dos entes queridos, causa ainda mais sofrimento e insegurança.
No Brasil, a violação de sepultura é crime previsto no artigo 210 do Código Penal, com pena que pode variar de um a três anos de reclusão, além de multa. A lei existe para assegurar a dignidade dos mortos e o respeito aos memoriais, punindo ações de vandalismo e profanação.
A expectativa dos familiares é de que os responsáveis sejam identificados e punidos, servindo de exemplo para que situações semelhantes não se repitam.













